Num artigo de hoje, constata-se que foi aberto em Agosto de 2018, um concurso para colmatar 40 vagas para profissionais da área de saúde mental, nomeadamente psicólogos. Para 40 vagas candidataram-se 2528 profissionais. Até hoje, ainda se encontra em fase de entrevistas e, bastante atrasadas. Neste contexto, a Ordem dos Psicólogos Portugueses, vem alertar que "é urgente alterar a legislação que determina as regras de contratação dos psicólogos no Serviço Nacional de Saúde para reforçar rapidamente o seu número, com prioridade para os cuidados de saúde primários e aceleração da organização de serviços em curso". Acresce ainda a mesma, a necessidade do acesso atempado aos cuidados psicológicos a todos os cidadãos.
E por último, avança que existem cerca de 250 psicólogos nos cuidados de saúde primários, precisando que "por cada 100.000 utentes existem apenas cerca 2,5 psicólogos, sendo necessário pelo menos duplicar o número de profissionais disponíveis".
Ora, há anos atrás, tantos que a dita Ordem ainda não existia, nem estava em embrião, estes dados eram idênticos/ piores!? Sabendo também, por experiência própria, o que era necessário para exercer funções após o estágio curricular, parece-me que evolução, não houve! Nem a OPP lhes chega e valores mais altos se levantam, como sempre se levantaram. Para mais informação ver aqui.
Fotografa minha. Exposição sobre o Cérebro. Gulbenkian.
"Eu
acho que dentro de nós há um espesso sistema de corredores e de portas
fechadas. Nós próprios não abrimos todas as portas, porque suspeitamos que o
que há do outro lado não será agradável de ver (...) Vivemos numa espécie de
alarme em relação a nós mesmos, que talvez seja não querermos saber quem somos
na realidade." José Saramago, La Provincia (1998).
Deixo-vos com uma das minhas "manias". Tirar fotografias a candelabros de teto, sempre que vou a algum lugar que tenha objectos dignos desse nome. Um dos pensamentos que me ocorre é a "trabalheira" que dá limpar estas coisas. Mas, como não sou eu que o tenho que fazer, é pacífico. 😊
Dueto Da Weasel ( Carlos Nobre) e Bernardo Sasseti.
Não gosto do tipo de música interpretada por Da Weasel, mas este dueto está fantástico. Não só pela excelente harmonia e improvisação, como também pelo respeito mútuo visível.
O mérito é de ambos, mas de facto, Sasseti, para além de ter sido um grande pianista, era detentor de uma excelente capacidade de adaptação musical.