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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

A CML e as eternas obras.

Imagem minha. Santa Clara. Lisboa

Quando me apercebi dos movimentos preparatórios para as alterações, a primeira coisa que me lembrei foi destas fantásticas árvores. Imponentes e em bom estado, num local de permanência do vento, parecendo que não, eram um abrigo para quem passava nas arcadas anteriores a elas. Zona de habitação e com comércio mais que residual, justificava-se plenamente a sua presença, até porque já cá foram plantadas há muitos anos.

Mas, eis que cabecinhas pensantes, resolveram iluminar-se e dar luz à praceta! 

 As bonitas árvores foram todas devidamente assassinadas. A desculpa... estavam a interferir nas canalizações dos prédios...

 Porque será que quando querem acabar com um local bem arborizado, as canalizações estão sempre à frente?

Imagem minha. Santa Clara. Lisboa

 Pior! 

Toda a praceta foi gradeada por forma a não haver passagem. Logo, a mesma tem que ser feita pelas arcadas dos prédios do lado direito da fotografia, cujos acessos têm escadas. As portas de entrada dos mesmos estão precisamente nesta prumada. Mas há mais. Neste edifício, só existem apartamentos virados a nascente ou a poente. Sendo esta a zona poente.

Assim, esqueceram-se que não podem entrar quaisquer veículos. Sejam eles particulares, polícia, bombeiros ou ambulâncias. Desta forma, um incêndio neste lado será muito difícil, para não dizer impossível, combater, até porque atrás da fotografia o chão está em calçada a um nível superior, impossibilitando a passagem. O mesmo se pode pensar de uma ambulância, situação em que, todos sabemos, a diferença de um minuto pode ser crucial.

Mas, não fica por aqui. Junto ao prédio frontal, existe outra rua, que, também ela, está caótica e faz parte integrante da "guerra" na praceta. Para além de completamente esburacada, passou de duas vias a uma. Num local onde existem escolas... ou seja, quase um quarteirão em estado precário.

Se me perguntarem se eram necessárias obras, tenho que reconhecer que não vi necessidade alguma, mas de certeza a CML e a Junta de Freguesia, na pessoa da sua Presidente [ que deixa muito a desejar],  viram toda a urgência ...

E, não vamos pensar que EMEL e esta questão estão relacionadas, porque muito antes das ditas, já as actividades lúdicas de bloquear carros se faziam sentir. 

E assim vamos nós, nesta Lisboa de colinas, onde se alteram traçados de ruas, para se implementar as mais variadas ideias, sejam elas compatíveis com as características da cidade ou não.


Apesar de tudo, tenham um BOM FIM DE SEMANA!


sábado, 22 de agosto de 2020

Bom fim de semana!

Fotografia minha.
Há já algum tempo que não deixava uma das minhas "manias". Desta feita, a cúpula da Igreja Madre Deus em Lisboa, uma das mais belas igrejas que já vi.


BOM FIM DE SEMANA!


segunda-feira, 13 de julho de 2020

Particularidades.

Fotografia minha. Prédio no Saldanha. Lisboa

Os prédios mais antigos de Lisboa (alguns) têm, felizmente, sido objecto de recuperação. Este, por exemplo, está muito bem recuperado mas não só. Foi acrescentada uma particularidade em algumas das varandas. Quem olha para uma em particular não se apercebe, mas se olharmos num todo, apercebemo-nos de uma simbologia tipicamente lisboeta. Se quiserem tentar adivinhar, terão que clicar na fotografia para ampliar.

Mais tarde colocarei a resposta para quem não se quiser dar ao trabalho. 😉

BOA SEMANA!!


sexta-feira, 5 de junho de 2020

LISBOA e os seus cantos.

Fotografia minha. Do Chiado para o  Castelo.
Das minhas pesquisas noctívagas, encontrei um manancial de informação que partilho, para quem gosta de saber algo mais sobre esta cidade.


Têm muito com que se entreter. 😉


BOM FIM DE SEMANA!

sábado, 2 de maio de 2020

Locais com alma.


Pavilhão Chinês, Príncipe Real, Lisboa.


Foram tantas as noites que me perdi neste local.
A percepção não consegue abarcar a totalidade de pormenores.


Entre sons de conversas perdidas, música e risos sonoros, a panóplia de estímulos sobrepõe-se a qualquer bebida que esteja na mesa.


Quando as minhas estadias por lá se iniciaram, existiam três salas, posteriormente uma quarta, e ainda uma quinta. Qual delas mais bela?
Impossível escolher, porque os detalhes são inúmeros!


E se em locais privados, pensei encontrar algo mais subtil, enganei-me. Até aqui, o imaginário pode vaguear.

Obs: Todas as fotos são de minha autoria.