terça-feira, 10 de novembro de 2020

Sem título.

Fotografia minha. Saldanha. Lisboa.

 

A arquitetura é, na minha perspetiva, uma forma de arte influenciada pelo tempo. Esta imagem reflete bem a nossa sociedade e os nosso dias. Contudo, está aberta à criatividade de cada um.


Sugestão: Don't Give Up



sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Da estante para a mesa.

Fotografia minha.



 Encontrei-os assim, alinhados e lindos. Estavam junto à mesa do altar de uma igreja. Chamaram-me a atenção porque não conseguia ler os títulos, embora a numeração romana se perceba perfeitamente.


BOM FIM DE SEMANA!



terça-feira, 20 de outubro de 2020

Reflexos II

Fotografia minha. Largo da Graça. Lisboa.

 
"O homem vangloria-se de ter imitado o vôo das aves com uma complicação técnica que elas dispensam."

Carlos Drummond de Andrade



sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Reflexos

 

Fotografia minha. Estufa fria. Lisboa.

"Se eles te odeiam, é porque provavelmente, você é um reflexo daquilo que eles querem ser, ou porque você tem aquilo que na cabeça deles, deveria ser deles."

Mariana Lobo


BOM FIM DE SEMANA!


quarta-feira, 7 de outubro de 2020

De volta à arte.

Fotografia minha. Claustros do Convento Madre de Deus, Lisboa.

O convento da Madre de Deus, pertença histórica da Ordem de Santa Clara, foi mandado construir em 1509 pela Rainha D. Leonor. 


Fotografia minha. Claustros do Convento Madre de Deus, Lisboa.

Nele funciona, hoje em dia, o Museu Nacional do Azulejo, do qual faz parte integrante a Igreja da Madre de Deus ( já foi feito um poste sobre a mesma), onde a talha e os azulejos constituem um dos melhores exemplos do Barroco em Portugal.

Fotografia minha. Coro Alto da Igreja Madre de Deus, Lisboa.

E é nestes meandros que tento introduzir-me para obter equilíbrio mental.

Não tendo investido em máquina fotográfica, resta-me o telemóvel que também já não está nas melhores condições, logo, as imagens, são o que posso e não o que quero.  

Neste museu há muito para ver e aprender mas, como sempre, algo ficou para uma segunda oportunidade. O grande painel de azulejo retratando Lisboa antes do terramoto de 1775.


Fotografia minha. Azulejo do Sec. XVIII.

 Dos muitos e lindos que vi, este é somente um exemplo do que os nossos artistas fizeram ao longo dos séculos.


BOA SEMANA!



sexta-feira, 25 de setembro de 2020

A CML e as eternas obras.

Imagem minha. Santa Clara. Lisboa

Quando me apercebi dos movimentos preparatórios para as alterações, a primeira coisa que me lembrei foi destas fantásticas árvores. Imponentes e em bom estado, num local de permanência do vento, parecendo que não, eram um abrigo para quem passava nas arcadas anteriores a elas. Zona de habitação e com comércio mais que residual, justificava-se plenamente a sua presença, até porque já cá foram plantadas há muitos anos.

Mas, eis que cabecinhas pensantes, resolveram iluminar-se e dar luz à praceta! 

 As bonitas árvores foram todas devidamente assassinadas. A desculpa... estavam a interferir nas canalizações dos prédios...

 Porque será que quando querem acabar com um local bem arborizado, as canalizações estão sempre à frente?

Imagem minha. Santa Clara. Lisboa

 Pior! 

Toda a praceta foi gradeada por forma a não haver passagem. Logo, a mesma tem que ser feita pelas arcadas dos prédios do lado direito da fotografia, cujos acessos têm escadas. As portas de entrada dos mesmos estão precisamente nesta prumada. Mas há mais. Neste edifício, só existem apartamentos virados a nascente ou a poente. Sendo esta a zona poente.

Assim, esqueceram-se que não podem entrar quaisquer veículos. Sejam eles particulares, polícia, bombeiros ou ambulâncias. Desta forma, um incêndio neste lado será muito difícil, para não dizer impossível, combater, até porque atrás da fotografia o chão está em calçada a um nível superior, impossibilitando a passagem. O mesmo se pode pensar de uma ambulância, situação em que, todos sabemos, a diferença de um minuto pode ser crucial.

Mas, não fica por aqui. Junto ao prédio frontal, existe outra rua, que, também ela, está caótica e faz parte integrante da "guerra" na praceta. Para além de completamente esburacada, passou de duas vias a uma. Num local onde existem escolas... ou seja, quase um quarteirão em estado precário.

Se me perguntarem se eram necessárias obras, tenho que reconhecer que não vi necessidade alguma, mas de certeza a CML e a Junta de Freguesia, na pessoa da sua Presidente [ que deixa muito a desejar],  viram toda a urgência ...

E, não vamos pensar que EMEL e esta questão estão relacionadas, porque muito antes das ditas, já as actividades lúdicas de bloquear carros se faziam sentir. 

E assim vamos nós, nesta Lisboa de colinas, onde se alteram traçados de ruas, para se implementar as mais variadas ideias, sejam elas compatíveis com as características da cidade ou não.


Apesar de tudo, tenham um BOM FIM DE SEMANA!


segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Boa semana!

Fotografia minha. Jardim do Cerco, Mafra.

Agradeço ao Pedro e à Portuguesinha as informações disponibilizadas. A seu tempo, irei pesquisar no site que me foi deixado. Saber nunca é demais!

Estas "meninas", encontrei no mesmo jardim. São lindas e fazem um canteiro maravilhoso. Ao vivo, parecem veludo. Por isso as fotografei, apesar da dificuldade por causa da incidência solar.

Alguém sabe identificá-las?

As minhas desculpas pelas ausências aqui e nos vossos blogues e, ainda,  a quem gosta de ler algo mais substancial, mas os apelos para outros locais menos agradáveis continuam a vencer pelos meus lados.


Fiquem bem e uma boa semana a todos!